e o que eu escrevo não for meu
Sou mendigo despossuído
Se o que eu escrevo não for eu
Tenho apenas espaço vazio
- corrompido
Se as palavras não se libertarem da minha mente,
Meu coração não deixará que eu voe
E mesmo que meus ouvidos
Sejam bons recipientes
Morrerei sufocada
Pelo temor do não criar
Poderia desejar ter descoberto
- o descobrido
E com rancor
Amaldiçoar o bem cumprido;
Escolho, porém, uma prepotência
- Humilde
De escrever o eu; e
Ser o meu
Mal escrito
(Justificando o mau gosto e falta de habilidade aeee galeraaa)
domingo, 16 de agosto de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário